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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

O TEMPO

O TEMPO PARA O PROFESSOR NA ATUALIDADE
Para o professor na atualidade, o tempo de sala de aula deixa de ser aquele tempo de cumprir com as obrigações, de realizar atividades que se destinam a preencher a carga horária? Sim ou não? Por quê?  

 Sim. Em muitos casos o professor na atualidade continua sendo ainda aquele que corre com o tempo para administrar conteúdos e mais conteúdos que precisam ser cumpridos dentro de uma carga horária específica e de um ano letivo que corresponda a 200 dias letivos. Então é uma corrida contra o tempo. Porque de acordo com o texto lido “somos conteúdistas, privilegiamos o conhecimento técnico-científico desvinculado do real...”Não levamos em conta, muitas vezes, que a própria comunidade onde estamos inseridos é uma sala de aula, pois o aprendizado não se dá somente nos espaços escolares. Vivemos inseridos em uma cultura que nos ensina, dela somos aprendizes e nos dá a verdadeira formação para a vida. A sala de aula é simplesmente o local de encontro dessas culturas individualizadas que interagem tanto entre si. Dessa forma o aprendizado precisa ultrapassar o tempo e o espaço da escola. Principalmente na atualidade, onde vivemos inseridos em um mundo totalmente conectado e estamos em contato mesmo fora do ambiente da escola e sendo assim, o professor tem contato em redes sociais com as famílias, com os colegas e com os próprios alunos que muitas vezes nos chamam para algum esclarecimento ou para algum diálogo sobre determinado texto lido e compartilhado, proporcionando dessa forma um momento de aprendizado fora do contexto escola como espaço físico e sim virtual.

sábado, 28 de novembro de 2015

                             O BRINCAR NA INFÂNCIA E NA EDUCAÇÃO INFANTIL
    Nossas memórias estão impregnadas do brincar. É natural pois trazemos a infância dentro de nós apesar de fazermos questão de não nos lembrarmos. Penso que nós educadores nunca deveríamos esquecer nossa infância. Somente assim poderíamos trazer o lúdico para dentro da sala de aula, para o pátio da escola e para todos os espaços de aprendizagem na escola.Posso não lembrar com muita clareza dos meus anos escolares, mas de brincadeiras vivenciadas com os amigos sim, dessas eu lembro com prazer e com que nitidez na memória, apesar de tantos anos transcorridos. Acredito que jamais vamos esquecer as brincadeiras de roda da infância. Para mim não havia melhor brincadeira que “a linda rosa juvenil” com seus personagens maravilhosos;  um lindo rei, a bruxa má e a rosa que, eu acho, era uma princesa.
    Lembro com saudade do brincar com minhas panelinhas, com as bonecas, e dos momentos de brincar na pracinha da escola. Não há como separar a brincadeira do ser criança. E não há como separar o brincar da educação infantil. É através do brincar que a criança constrói seus papeis sociais. Na representatividade do brincar a criança consegue lidar com suas dificuldades, com suas fantasias, ressignificando suas experiências menos felizes e trabalhando suas emoções de forma positiva.
   O brincar proporciona para a criança uma interação com o próprio corpo que é importante para seu desenvolvimento físico, psíquico, social e cognitivo pois desperta habilidades e potencialidades essenciais para o seu aprendizado.
   Na minha opinião o brincar é tão importante que deveria fazer parte do currículo. Como uma disciplina, como português, matemática e ciências. Deveríamos ter a interdisciplina do brincar! Mas o brincar deveria ser livre. Cada um escolhendo do que gostaria de brincar e com o quê gostaria de brincar, como foi mostrado no filme ‘CARAMBOLA, O BRINCAR ESTÁ NA ESCOLA”.