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quinta-feira, 23 de julho de 2020

REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018


POSTAGEM 07

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DATA: 2018/2



      " O futuro será caracterizado cada vez mais pela mudança, rapidez e imprevisibilidade. Resolver problemas de forma apenas lógica será então insuficiente face aos novos desafios, sendo as competências criativas de resolução de problemas necessárias à inovação exigida".( texto: Criatividade, conceitos e desafios, p.135)

Dísponível :https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2637679/mod_resource/content/2/Texto%20CRIATIVIDADE%20-%20Conceitos%20e%20Desafios.pdf

    A curiosidade inata no ser humano é o motor de sua aprendizagem pois é o que move o seu desejo de descobertas, de conhecer e de agir sobre o mundo que vive. Isso é bom para que ele conheça esse mundo onde atua e sobre ele possa construir sua individualidade e a escola precisa estar preparada para mudanças. A escola atual não pode continuar como era no passado, desconsiderando o aluno e a forma como esse aprende. A curiosidade inata, o desejo das descobertas e os desafios que se apresentam é o que torna o indivíduo apto para atuar no mundo. Ser dinâmico, proativo e capaz de resolver situações- problemas que se apresentam na vida adulta e na profissão é uma construção que as práticas pedagógicas tornam possível se forem ativas e inovadoras, instigando o aluno a pesquisar, questionar e levantar hipóteses que sirvam de material para sua aprendizagem. A aprendizagem precisa nascer das perguntas, das reflexões e das dúvidas que o aluno enfrenta na sala de aula. Na sala de aula, não deve haver um transmissor de conhecimento, mas um mediador que apresenta situações desafiadoras para que cada aluno construa em conjunto sua aprendizagem. Isso fica claro para nós, professores que trabalham com crianças dessa época.






REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018


POSTAGEM 06

ENDEREÇO: https://lavitamiajoaozinho.blogspot.com/2019/
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DATA: 2018/2



                                          REVISITANDO PAULO FREIRE

    "Educador reconhecido e detentor de grandes premiações no mundo inteiro, Paulo Freire nos dá a exata concepção do que deve ser um projeto de ensino. O mestre nos ensina a partir das indagações e das realidades inseridas nas nossas salas de aula. Não há como se ter uma receita pronta do que seria o fazer pedagógico pois esse fazer se constrói através das pessoas que estão dentro da minha sala de aula, suas vidas, suas histórias e suas vivências lhes ensinarão sobre suas inquietações e seus aprendizados guardados em bagagens onde a curiosidade do outro vai visitar. Somos todos aprendizes dentro de uma sala de aula". 
    Destaco no post, um pequeno trecho trazido pela professora Cíntia Boll, que sempre me faz   refletir sobre as concepções de aprendizagem que trazemos e que são centradas na transmissão de conhecimentos, onde o aluno é ouvinte, e o quanto isso está distante da realidade, conforme o autor, podemos concluir que o aluno está repleto de "palavras e contextos" :

"Eu creio no poder das palavras, na força das palavras, creio que fazemos coisas com as palavras e, também, que as palavras fazem coisas conosco. As palavras determinam nosso pensamento porque não pensamos com pensamentos, mas com palavras, não pensamos a partir de uma suposta genialidade ou inteligência, mas a partir de nossas palavras. E pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que somos e ao que nos acontece" . ( TRECHO DO TEXTO: Notas sobre a experiência e o saber de experiência de Jorge Larrosa Bondía, Universidade de Barcelona, Espanha Tradução de João Wanderley Geraldi Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Lingüística).

Disponível em:


http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n19/n19a02.pdf

    Uma maneira de ajudar os alunos a se expressar e desenvolver a oralidade são as apresentações de trabalhos em grupos. O grupo, faz a pesquisa, elabora seus materiais e apresenta para os seus colegas o seu trabalho. O trabalho inclui a motivação para o grupo, o diálogo sobre os materiais e recursos utilizados para realizar e apresentar o seu trabalho. A professora deve mediar o trabalho no sentido de que cada um fale a sua opinião e respeite as opiniões dos colegas, dessa forma cada um tem a liberdade de expressão necessárias ao seu desenvolvimento como cidadão. Respeitando a história e o legado de cada família trabalhamos as nossas origens e todo legado dos povos formadores da nossa sociedade.
    

Acervo de estágio da autora






terça-feira, 21 de julho de 2020

REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018


POSTAGEM 05
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DATA: 2018/2


   REVISITANDO " REFLETINDO SOBRE OS PROCESSOS CRIATIVOS"


   " O contexto sócio-histórico e cultural influencia muito no desenvolvimento dos processos criativos. Uma Educação emancipadora e multidisciplinar logicamente fornece os elementos necessários para que ocorra a criatividade, pois esta é um processo de construção individual mediado pelo meio que possibilite seu desenvolvimento. A criatividade, no meu entendimento sobre o texto da autora Maria de Fátima Morais, não é "uma herança genética" , pois a interação no meio escolar e social, resultam em fatores que possibilitam  ou não o desenvolvimento dos processos criativos." 
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    Uma educação emancipadora propicia aos alunos um desenvolvimento integral, oferecendo recursos para que desenvolvam sua criatividade e suas potencialidades. Essa interação está presente no meio onde é possível a interdisciplinaridade e metodologias ativas. Os jogos pedagógicos, os trabalhos em grupos e os recursos tecnológicos podem trazer aos ambientes escolares uma aprendizagem efetiva e emancipadora onde os alunos construirão sua autonomia e criatividade.Nesse sentido, quanto mais liberdade o aluno tiver para estudar e criar em sua sala de aula, melhor desenvolverá seus processos criativos tão necessários para a sua aprendizagem e para sua atuação no mundo. O mundo na atualidade, não é algo estanque, mas sim um movimento incessante de interações, onde o aluno ao atuar nesse mundo precisará ser proativo, criativo e dinâmico. Essas habilidades se desenvolvem naturalmente em um ambiente rico de possibilidades para o aluno, onde ele possa interagir, averiguar, questionar, explorar e criar. As escolas particulares tem essa oferta em abundância para os alunos, em seus vários ambientes de aprendizagem. Já a escola pública, parece estar parada no tempo e por isso devem seus professores buscar a inovação. Não a inovação teórica, mas a inovação prática, aquela que desassossega, que causa um momentâneo burburinho, tirando aquele silêncio ocioso da sala. Alunos enfileirados copiando em silêncio estão impedindo de iniciar seus processos criativos. Isso que os professores precisam refletir. Essa não é a verdadeira aprendizagem. Talvez uma sala de aula barulhenta e dinâmica pode estar mais perto da aprendizagem. Pesquisas e planos de ação, resultam em uma aprendizagem muito mais efetiva e verdadeira.















REFERÊNCIAS:

MORAIS, Maria de Fátima: Criatividade: conceito e desafios: Instituto de Educação, Universidade do Minho

REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018

POSTAGEM 04
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DATA: 2018/1

 REVISITANDO MINHAS REFLEXÕES SOBRE A AVALIAÇÃO


    " Quando vemos na charge dos animais, ninguém é igual e todos tem suas diferenças e aptidões. Uns conseguem subir em árvores, outros sabem nadar, outros são ótimos corredores, então como poderão ser todos avaliados pelos mesmos critérios? "
     Durante o estágio pude comprovar na prática essa questão que me propus na postagem de 2018. Tive uma turma com três alunos de inclusão e com diferenças bem marvantes nas questões de aprendizagem. Cada um deles trazia suas diferenças, porém estavam inseridos em uma turma onde as avaliações eram feitas da maneira tradicional. Eu como professora tinha autonomia para planejar e avaliar como bem me aprouvesse e gostaria de avaliar por suas aptidões, utilizando critérios variados e instrumentos que realmente mostrassem uma aprendizagem. Dessa forma, com muito respeito pela aprendizagem de meus alunos, fui testando formas de interação com eles, fazendo trocas que os motivassem e propostas interessantes que chamassem a atenção deles, sem os expor a críticas e construindo com eles as estratégias de aprendizagem, permitindo que tivessem a liberdade de aprender em seu tempo e com os recursos que escolhessem. Os jogos pedagógicos foram uma das alternativas de avaliação pois nos momentos das interações em equipe todos podiam mostrar suas habilidades e serem avaliados através da cooperatividade, agilidade no raciocínio, atitudes e produções em equipe.  Nesse sentido aprimorando o que cada um sabe e valorizando o que cada um tem de melhor em suas competências.


REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018


POSTAGEM 03
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DATA: 2018/1


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    Analisando essa postagem onde eu refletia sobre o texto  “ O MENININHO” de Hellen Buckley, proposto pela interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação, eu reafirmo meu olhar de respeito sobre a individualidade dessa criança que é meu aluno, sobre sua personalidade, sua bagagem, seus conhecimentos e principalmente sua maneira de aprender, pois não há uma receita de aluno, há individualidades e cada um aprende de acordo com seu desejo de aprender. Explico: Todos querem aprender e conhecer o mundo, as letras, as leituras, mas nem todos conseguem mergulhar nesse aprendizado da mesma forma. Suas diferenças não precisam ser sinônimos de fracasso como vemos muito em nossas escolas. Acredito que eu posso aceitar as diferenças entre meus alunos e na sua maneira de pensar e ver o mundo. Em meu estágio me propus a trabalhar com as tecnologias. Tinha para mim que todos os alunos gostavam das tecnologias digitais e que se sentiriam a vontade realizando atividades que envolvessem esses recursos, mas na verdade não foi bem assim. Cada aluno apresentava uma maneira de lidar com esses recursos. Muitos tinham até vergonha de aparecer em fotos e vídeos e cada um foi respeitado em sua aptidão, trabalhando na sala de aula de acordo com ela. Meu amor pela literatura, consegui passar aos meus alunos, fazendo-os ver a literatura através do cinema e das suas lindas histórias. Essa marca acho que consegui deixar neles. Refletimos sobre os variados textos, da forma como eles queriam, através dos vídeos propostos. Explorar suas potencialidades utilizando recursos de seu cotidiano, como os smartphones. A principal marca que procurei deixae foi a liberdade que cabe no aprendizado. Tive três alunos com diferentes especificidades em seus laudos, porém o rótulo pior foi o de que não sabiam escrever, eles não só aprenderam a escrever e a gostar de ler, como também prederam o medo de mostrar suas produções aos outros, pois publicaram seus textos em um blog. Isso, para mim, foi uma grande conquista, mas o que mais me fez refletir na educação é:  por que os alunos precisam viver de cópias em cadernos para que aconteça a aprendizagem? Seus registros escritos  foram todos no celular. Nessa sala de aula não tiveram rótulos.


sexta-feira, 10 de julho de 2020

REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018


POSTAGEM 02
DATA: 2018/1

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O PAI DA DIDÁTICA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A ESCOLA CONTEMPORÂNEA

    Ao escolher essa postagem onde comento sobre o pensamento de Comênio, ainda não tinha muito firme a ideia de inovação pedagógica e o quanto esse autor, apesar da distância no tempo que há entre nós, já nos chamava a atenção para as metodologias ativas, pois somente assim podemos trabalhar respeitando as especificidades dos alunos, respeitando sua diversidade e vivência socio-cultural, considerando que o aluno é um indivíduo que traz consigo suas diferenças. Cada aluno, sendo diferente do grupo que o rodeia aprende de forma própria e diferenciada e cabe ao professor propiciar momentos para que essas aprendizagens ocorram, se colocando não como o centro do processo de aprendizagem, mas como um mediador e facilitador desse processo, tendo para isso sua atenção voltada ao aluno, trazendo metodologias que o motivem e satisfaçam sua curiosidade, despertando o desejo de aprender. Agora, em meu estágio, reflito sobre Comênio e ideias, pensando que as tecnologias digitais são as ferramentas do meu tempo e que meus alunos são sujeitos nascidos nesse meio digital que permeia toda nossa sociedade e que são atingidos pelas mídias em todas as suas descobertas desde o nascimento e que portanto, esses recursos não podem faltar para a aprendizagem dos alunos do século XXI. As salas de aula, nesse sentido, serão laboratórios para que os alunos conectados com o mundo, tenham desejo de aprender, porém o professor será sempre o mediador desse processo.








domingo, 14 de junho de 2020

REVISITANDO POSTAGENS 2019/2018



REVISITANDO POSTAGENS  - 01
POSTAGEM: 
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DATA: 2018/1

INÍCIO DE SEMESTRE
Começando um novo semestre e colocando as minhas impressões sobre o momento que vivia, como professora da rede estadual e das dificuldades que então atravessava com salário parcelado, com muitas dificuldades financeiras e a vontade de mudar de caminho, de mudar a profissão...mas que a vontade de prosseguir ainda era mais forte. Hoje, em 2020, estamos isolados em nossas casas, aprendendo como lecionar das mais diversas formas, que possibilitam um contato com nosso aluno, wattsapp, Messenger, tarefas por email. Estamos há quase 90 dias, sem contato com a escola, isolados, por causa de uma pandemia e quando eu termino de escrever essa frase, ainda não consigo acreditar que isso esteja acontecendo conosco. Meu salário, de tanto parcelarem, de tantos empréstimos para conseguir manter os pagamentos das contas básicas, hoje não vejo mais pois se perde quando entra na conta do Banrisul, indo tapar os diversos furos formados de juros e mais juros. Já não lamento tanto, pois o básico hoje é o essencial. E o básico não falta. Minhas filhas não deixam faltar nada em casa. Estamos isoladas, tentando sobreviver ao vírus. Todas as aulas que tive no curso, sobre as Inovações pedagógicas e o uso das tecnologias na sala de aula ajudaram, mas foram poucas para me preparar para esse momento...Google Sala de Aula, é a nossa realidade...Aulas remotas, aulas programadas, atividades por email e áudios, muitos áudios, dos alunos, "to com saudade, profe". Eu também...